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Novo emprego? Esta mulher faz ‘conchinha’ por 45€ à hora

Novo emprego? Esta mulher faz ‘conchinha’ por 45€ à hora

11 de Agosto de 2014

  • Samantha Hess tem 30 anos e aconchega pessoas por cerca de 45 euros/hora. Uma das primeiras coisas que podemos ler assim que entramos no seu site é: ‘Vamos dar as mãos e aconchegarmo-nos no teu sofá, ou ouvir uma música calma enquanto nos abraçamos na tua cama.’

    A ideia surgiu-lhe no ano de 2012 depois de ler um artigo sobre ‘Free hugs’ (abraços grátis), que se debruçava sobre um homem que andava num mercado com uma placa a dizer ‘free hugs’. Contudo esse artigo também falava de um outro homem que andava na mesma zona, mas que tinha uma placa que dizia ‘Abraços – 2 Dólares’. Para surpresa dela, o homem que cobrava 2 dólares por cada abraço, era aquele que tinha mais clientes.

    Foi aqui que a ideia se iluminou na cabeça de Samantha, que na altura, tinha acabado de sair de uma relação de 13 anos. Ela conta que, não estando pronta para uma nova relação, precisava no entanto, de carinho e o conforto dos braços de alguém.

    E assim foi, depois de criar este serviço, o mesmo foi alvo de uma reportagem do jornal local e rapidamente chegou a mais de 40 estações de televisão, chegando a 17 milhões de visualizações.

    A partir desse momento, Samantha não teve mãos a medir e atualmente faz deste serviço o seu único trabalho.

    Diz que lhe basta fazer cinco sessões por dia e se trabalhar 6 dias por semana, faz em média 5000 euros mensais.

    Os seus clientes na sua maioria (90%) são homens entre os 20 e os 75 anos, alguns com doenças traumáticas graves que os impedem de ter um contacto humano frequente.

    Basicamente diz que este serviço é uma ‘massagem para a mente’ e que serve para revitalizar não só a mente, mas também o corpo.

    No entanto, Samantha explica que este trabalho apresenta alguns desafios ‘especiais’, sendo os mais frequentes, o facto de os clientes apegarem-se demasiado a ela e por outro lado, alguns avanços físicos por parte dos mesmos. Em relação ao primeiro, ela faz questão de prevenir o cliente no início da sessão do facto de que será apenas um serviço e não haverá qualquer romantismo associado. Em relação ao segundo, ela admite que assim que sente que o cliente está a ‘pisar o risco’, é imediatamente avisado e a sessão pode terminar.

    A família da Samantha apoia a 100% esta sua nova profissão, e diz que a sua mãe é a sua maior fã. Mesmo junto do seu namorado, Samantha encontra o apoio necessário para continuar.

    Um dos obejtivos de Samantha é mudar a mentalidade ocidental no que toca aos preconceitos existentes, neste tipo de toque, defendendo que este tipo de terapia faz uma diferença substancial na vida de muitas pessoas. Vê abaixo uma reportagemdo serviço de Samantha:

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