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Queres trabalhar por conta própria? 5 Coisas que a faculdade não te vai ensinar

Queres trabalhar por conta própria? 5 Coisas que a faculdade não te vai ensinar

10 de Março de 2014

É bem sabido que o ensino atual, (apesar de estar a melhorar) falha muita vezes naquilo que é transmissão de conhecimentos práticos sobre o mercado de trabalho.

A grande maioria dos jovens acaba por receber na universidade apenas uma componente teórica daquilo que é ensinado.
Era normal pensar-se (pelo menos no meu tempo) que o curso era um fim em si mesmo, garantia de emprego e de preparação para o mercado de trabalho. Nada mais errado.

O curso superior é apenas uma parte menor do percurso que escolhemos. Cabe a cada um de nós a iniciativa de ‘experimentar’ os conhecimentos na prática de forma a poder encaixá-los naquilo que o mercado de trabalho espera de nós.

Assim sendo, ficam aqui 5 exemplos de coisas que a faculdade não nos ensina e que devemos saber para melhor encararmos o mercado de trabalho:

1. Planeia menos e faz mais

Todos aprendemos que devemos ser organizados na forma como estruturamos o nosso trabalho, horário, etc. Podemos até fazer cursos ou formações nessa área, de forma a sermos mais eficientes.
No entanto, nesta situação a eficiência não nos serve se não formos também eficazes. Isto porque muitas vezes levamos muito longe o nosso esforço de planificar, estruturar, que acabamos por adiar cada vez mais a ação propriamente dita.
Se começares a sentir que o planeamento atrasa em vez potenciar e agilizar a ação, estás a fazer algo mal. repensa o tipo de planeamento que estás a fazer.

2. O mercado não te procura. Tu é que procuras o mercado

Proatividade. No fundo tem a ver com isto. Enquanto estudantes somos levados a agir e a produzir, pelos trabalhos que nos são pedidos pelos professores. Isto acaba por alimentar um processo mental que terá que ser invertido quando estamos no mercado de trabalho.

Como freelancers a construção de portfolio de trabalhos e angariação de clientes é algo importante e que parte da nossa iniciativa.

3. ‘Amigos amigos’, negócios à parte

A amizade e o companheirismo são os fatores que mais facilmente influenciam a escolha de um parceiro para um projeto ou um trabalho que é pedido pelo professor.
Ás vezes pode correr bem, outras nem por isso. Há que saber ‘separar as águas’ e sabermos identificar bem as qualidades que procuramos num parceiro para trabalhar.

Todos temos amigos que sabemos que para nos divertirmos num bar são os ideais, mas que para trabalhar já não o são.
O possível outcome de escolher um amigo para trabalhar é o fim das duas coisas: da amizade e do trabalho.

4. Terás de renovar os teus conhecimentos constantemente

Na faculdade o fim de uma matéria ou disciplina é sinónimo de despedida. Acabou e já não nos preocupamos mais com ela.

No mercado de trabalho este raciocínio não será uma boa prática, pois na nossa atividade, vão sempre surgir novidades, técnicas novas, tecnologias e recursos. Tudo isto vai implicar uma reciclagem de conhecimentos permanente. Isto se não quisermos ser ultrapassados pela concorrência.

5. Não há segundas oportunidades

Quem é freelancer ou trabalha por conta própria sabe que quando comete um erro com um cliente raramente terá uma segunda oportunidade para o corrigir. Na faculdade é normal quando não passamos a uma disciplina ter várias oportunidades para ultrapassar a situação.

O mercado é trabalho é impiedoso e vai-nos ensinar que a primeira impressão é rainha, e que temos de estar sempre no nosso melhor, para não falhar com coisas básicas com os nossos clientes.

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