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Do jornalismo à Sandeira: empreendedorismo à moda do Porto

Do jornalismo à Sandeira: empreendedorismo à moda do Porto

8 de Setembro de 2014

  • N’A Sandeira  as iguarias têm como nomes próprios o Porto. Abriu o seu primeiro espaço em abril do ano passado e conta já com o segundo desde o final de julho deste ano.

    “Já sabem como funciona?”, perguntam-nos assim que nos entregam a ementa onde podemos escolher entre outros, os ‘Clérigos’, as ‘Virtudes’, o ‘Douro’ ou ‘S. Bento’. Mas aqui, não são apenas as sandes a respirar o Porto. O espaço e decoração acolhedores lembram-nos que estamos no Porto das ruas estreitas, familiar e hospitaleiro, como esta casa-mãe d’ A Sandeira, na Rua dos Caldeireiros.

    Filipa, 32 anos e formação de base na área do jornalismo e comunicação, assim que teve a oportunidade de criar o seu negócio, deixou para trás o percurso naquelas áreas, em busca da  satisfação que ainda não encontrara.

    “Há já muito tempo que amadurecia na minha cabeça a perspetiva de um negócio próprio. Não qualquer negócio, este negócio. Soube sempre o que queria fazer.” Diz-nos a jovem portuense, criadora deste projeto.

    Conhecida por gostar de receber bem os amigos em casa, bastou-lhe associar o gosto pelo Porto a uma viagem inspiradora a Barcelona, para criar o seu próprio espaço e aquela que é agora a sua segunda casa.

    Conta-nos que a sua principal vitória “é todos os dias ter a casa cheia de clientes novos e sobretudo habituais, satisfeitos e prontos para voltar”. Contudo, teremos de acrescentar que o sucesso do primeiro espaço na Rua dos Caldeireiros, deu já origem à abertura de mais uma ‘A Sandeira’. Esta última ‘do Lumiére’, nome que encontra a origem na sua localização nas Galerias do Lumiére, na Rua José Falcão.

    Quando questionada acerca das principais dificuldades do início de atividade, Filipa elege as longas horas de trabalho, como consequência de ter de assumir vários papéis no seu negócio: “Sou proprietária e empregada no meu negócio. Faço as horas que o meu corpo aguenta e que a minha cabeça permite. Nos primeiros tempos foi mais duro, agora já aceitei o ritmo”.

    Com a abertura destes dois espaços, Filipa não só conseguiu criar o seu próprio emprego, como já criou uns tantos mais.

    Fica a conhecer mais de perto este projeto no seu site e na sua página no Facebook.

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